Governo do Maranhão conclui primeiro curso de pós-graduação em Gestão da Cultura Maranhense

O Governo do Estado do Maranhão, através da Escola de Governo do Maranhão (EGMA), em parceria com a Fundação da Memória Republicana Brasileira (FMRB), inovou mais uma vez e concluiu o primeiro curso de pós-graduação em Gestão da Cultura Maranhense.

A cerimônia de formatura foi realizada na última quinta-feira (04/12), no Auditório Norte das Águas, no Convento das Mercês, em São Luís e contou com a presença da primeira dama do estado, Larissa Brandão, do secretário de governo, Sebastião Madeira, representantes da EGMA e da FMRB, diretores e professores do curso, além de familiares dos formandos.

Turma José Raimundo Rodrigues

A maioria dos alunos resolveu homenagear o ex-deputado estadual, jornalista, radialista, produtor cultural e maior divulgador das manifestações culturais do Maranhão, José Raimundo Rodrigues indicando o seu nome à primeira turma do curso.

A primeira-dama Larissa Brandão, entregou o diploma de conclusão do curso ao jornalista José Raimundo Rodrigues. O produtor cultural e escritor, aproveitou a oportunidade para homenagear Larissa Brandão com a sexta edição de sua obra literária. O Primeiro Festival de Bumba meu Boi do Maranhão, evento que teve sua história contada no livro, foi idealizado organizado e executado pelo jornalista, em parceira com o sistema Difusora, ainda na década de 80 quando o apresentador do programa “Maranhão TV” estava iniciando sua atividade profissional em São Luís.

O jornalista também presenteou a diretora geral da EGMA, Leusinete Pereira.

“Ela foi a coordenadora do curso de jornalismo do CEUMA no ano em que me formei e agora diretora geral da pós-graduação.”

O corpo docente do curso também recebeu homenagem do jornalista através do professor Silvio Bembem.

“Destino esta obra em homenagem a todos os professores do curso através do professor, negro como eu, que guarda meu respeito e minha amizade, Silvio Bembem.”

José Raimundo Rodrigues aproveitou para informar que, além dos livros que está escrevendo sobre projetos de divulgação da cultura maranhense que fazem parte de sua história profissional, já iniciou outros dois cursos de pós-graduação.

“Quero parabenizar a iniciativa do governador Carlos Brandão e também dizer sobre o quanto é importante o estudo e a formação profissional. Também, que já iniciei outros dois cursos de pós, o primeiro sobre edição de vídeo para filmes cinematográficos e outro sobre comunicação e Inteligência Artificial.”

Programação Cultural

O patrono do curso foi o cantor e compositor Josias Sobrinho, atração que iniciou as apresentações artísticas. A programação prosseguiu com apresentações culturais como o Boizinho Encantado, boi de Sonhos e o Bloco Indomáveis.

Gestão da Cultura Maranhense

A pós-graduação, com carga horária de 360 horas e um ano e meio de tempo para sua conclusão, foi destinada exclusivamente a cinquenta servidores públicos estaduais. Contou com aulas presenciais semanais e intercaladas (sextas, sábados e domingos). A metodologia utilizada incluiu palestras, visitas técnicas a museus e atividades imersivas.

As disciplinas que fizeram parte da formação foram:

Fundamentos Geo-Históricos Culturais do Brasil e do Maranhão

Introdução às bases históricas e culturais que moldaram o país e o estado.

Teorias da Cultura e Arte Brasileira Contemporânea

Estudo das principais correntes artísticas e culturais do Brasil atual.

Introdução à Cultura Maranhense e seus Mestres da Cultura

Ênfase nos saberes tradicionais e nos mestres da cultura popular maranhense.

Metodologia da Pesquisa Científica

Formação acadêmica para produção de trabalhos científicos e projetos aplicados.

Gestão de Políticas Públicas Culturais

Estratégias para planejar e implementar políticas voltadas à cultura.

Patrimônio Cultural e Museologia

Estudo sobre preservação, memória e práticas museológicas.

O Governo do Maranhão realiza, nesta quinta-feira (4), às 17h, a solenidade de formatura da primeira turma da Pós-Graduação em Gestão da Cultura Maranhense, iniciativa pioneira voltada para servidores públicos estaduais e municipais. O evento ocorrerá no Auditório Norte das Águas, no Convento das Mercês (Rua da Palma, 502 – Desterro), em São Luís.

A pós-graduação, promovida pela Fundação Escola de Governo do Maranhão (EGMA) em parceria com a Fundação da Memória Republicana Brasileira (FMRB), marcou um passo histórico na formação cultural do estado, oferecendo práticas imersivas, visitas técnicas a museus e estudos sobre história, política, arte, patrimônio e gestão cultural do Maranhão.

A cerimônia reunirá autoridades, gestores, representantes da cultura, alunos e familiares. O evento terá, ainda, homenagens aos parceiros e atrações culturais como o show de Josias Sobrinho, Boizinho Incantado e Bloco Indomáveis.

Serviço

O quê: Formatura dos alunos da Pós-Graduação em Gestão da Cultura Maranhense
Quando: Quinta-feira, 4 de dezembro
Horário: 17h
Onde: Auditório Norte das Águas – Convento das Mercês (Rua da Palma, 502 – Desterro)

Alunos da escola Professora Maria do Socorro Almeida, do bairro São Cristóvão, receberam o ex-deputado estadual, jornalista e produtor cultural, José Raimundo Rodrigues na última quinta-feira (27), para uma breve apresentação de lançamento da sexta edição do seu livro “Primeiro Festival de Toadas de Bumba meu Boi do Maranhão”.

Durante a palestra, José Raimundo relembrou a história de Coxinho e a toada “Urrou do Boi”, oficialmente considera o hino da cultura popular do estado, interagiu e despertou o interesse dos alunos que tiveram a oportunidade de adquirir mais conhecimento sobre o Bumba meu Boi como manifestação reconhecida internacionalmente.

A gestora da unidade de ensino pertencente ao programa Educa Mais do Governo do Estado, professora Francisca, parabenizou o jornalista pelo trabalho de divulgação da cultura popular do Maranhão e pelo sucesso da sexta edição da obra.

“Sempre acompanhei o seu trabalho, agradeço sua presença e iniciativa de levar o conhecimento sobre a cultura popular do Maranhão aos nossos alunos.”

A professora Carla Silvana também parabenizou a iniciativa de José Raimundo Rodrigues e relembrou a dedicação do jornalista em sempre valorizar e divulgar o Bumba meu Boi, brincadeira folclóricas do Maranhão que hoje é reconhecida como Patrimônio Imaterial pela UNESCO.

“Sempre acompanhei o seu trabalho no programa Maranhão TV todos os dias. Na hora do almoço a tv era ligada na Difusora para ver o que José Raimundo ia apresentar e sempre encerrava com uma toada de Bumba meu Boi.”

A palestra foi acompanhada por mais de 200 alunos do ensino médio. Os presentes fizeram questão de manifestar carinho e apreço ao jornalista pela longa história em defesa da cultura popular do Maranhão.

Duas alunas da escola aproveitaram para recitar os seus poemas, resultado de momentos de inspiração. O jornalista e escritor José Raimundo Rodrigues ouviu atentamente, as parabenizou e incentivou a continuarem escrevendo.

Conceição Aires manifestou satisfação pela presença do jornalista e o sucesso da palestra. A professora aproveitou para convidar o jornalista para ser o paraninfo dos formandos do terceiro ano da escola, no mês de janeiro do próximo ano.

“Foi excepcional, maravilhosa. Trazer esses conhecimentos para os nossos alunos, para essa nova geração, já despertando neles conhecimentos sobre a cultura é muito enriquecedor. Nós gostamos tanto que queremos estender o convite para que o senhor esteja conosco em janeiro para a colação de grau dos nossos alunos. Aguardamos sua presença.”

O livro “Primeiro Festival de Toadas de Bumba meu Boi do Maranhão” conta a história do evento que quebrou paradigmas e revelou a arte dos cantadores, principais personagens presentes nas manifestações da cultura popular do Maranhão que eram totalmente desconhecidos.

O Festival que marcou a história de centenas de fazedores da cultura, personagens que revivem a ancestralidade étnica da formação da população do estado, foi realizado no ano de 1986 através da iniciativa do jornalista José Raimundo Rodrigues, com apoio da TV Difusora e dezenas de empresas que apostaram no sucesso do evento. Mais de 10 mil pessoas compareceram na praça Deodoro, centro de São Luís. Um marco para a cultura popular do Maranhão que, nos anos 80, ainda sentia traços de discriminação por grande parte da sociedade.

José Raimundo Rodrigues é jornalista, pós-graduando em Gestão da Cultura Maranhense pela Escola de Governo do Maranhão, Radialista, Produtor Cultural e Escritor.

– Ações fortalecem políticas públicas para população negra no Maranhão, estado com maior número de comunidades remanescentes de quilombos (Foto: Gilson Teixeira)

O Governo do Maranhão inaugurou, nesta quinta-feira (27), dois espaços históricos destinados à população negra e quilombola. Além dos equipamentos, em uma agenda marcada pela presença do governador Carlos Brandão e de autoridades, foram anunciados novos programas de enfrentamento ao racismo e de valorização da ancestralidade afro-brasileira, demarcando o auge do período dedicado à Consciência Negra.

A primeira etapa da agenda do “Novembro Negro” ocorreu no Centro de Cultura Negra do Maranhão (CCN), no bairro João Paulo, que acaba de passar por um amplo processo de revitalização. Um ano após a assinatura da ordem de serviço, o espaço foi entregue em novas condições de segurança, conforto e convivência para a realização de projetos ligados à cultura afro.

Durante a visita, o governador descerrou a placa, destacou o significado histórico da entrega e o alinhamento com uma agenda permanente de políticas de igualdade racial e, em seguida, percorreu as áreas requalificadas ao lado de lideranças da cultura negra e de secretários de Estado.

“Há um ano, estive aqui e encontrei este antigo mercado de escravos completamente degradado. Decidimos transformar esse símbolo de dor em um centro moderno de capacitação para o povo negro, assinando a ordem de serviço e fortalecendo políticas específicas para essa maioria do nosso estado. Hoje, entregamos um equipamento digno”, enfatizou Carlos Brandão.

Para a secretária estadual de Igualdade Racial, Célia Salazar, a reforma é o cumprimento de uma promessa. “Significa dizer que nós temos um governo que, de fato, tem compromisso com a população negra. A partir de agora, no CCN, vão acontecer mais cursos, palestras e atividades culturais.”

O coordenador do CCN, Airton Ferreira, agradeceu à gestão estadual pela revitalização. “Agradecemos ao governador Carlos Brandão por acreditar nesse projeto e revitalizar esse espaço, com auditório climatizado, salas de informática, pesquisa, administrativo-financeira, coordenação e produção para realizarmos nossas atividades. É algo de uma dimensão que nem conseguimos definir, dada a importância histórica, política e cultural do prédio, que traz tantos valores da África e do nosso povo”, afirmou.

Elias Belfort, representante da União das Comunidades Rurais Quilombolas de Itapecuru (Uniquita), coordenador da Federação Estadual de Quilombos (Fecma) e da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conac), lembrou que as obras simbolizam a reparação de uma demanda de gerações. “É de grande satisfação para nós receber o prédio reformado, porque por muitos anos esperamos que isso acontecesse. E, hoje, o governador atendeu nosso pedido”, relatou.

A mãe e moradora Annalise Martins elevou a expectativa. “Espero que venha trazer projetos para a comunidade. Eles sempre estão aqui ensaiando, eu escuto. A neném gosta. E, quando ela tiver idade, vou fazer com que ela participe também da cultura.”

Casa Quilombola

Da Rua dos Guaranis ao Centro Histórico de São Luís, a comitiva seguiu para a inauguração da Casa Quilombola (Centro de Referência Estadual Quilombola), o primeiro equipamento do tipo no Brasil. O espaço nasce como fruto do diálogo entre o Governo do Maranhão, organizações quilombolas e entidades parceiras, que atuarão na gestão compartilhada. Criada para acolher quilombolas, oferecer apoio educativo e cultural e servir como polo de articulação de direitos, a Casa Quilombola se torna referência nacional, uma vez que o Maranhão é o estado com maior número de comunidades remanescentes de quilombos do país.

“São políticas que dialogam exatamente com a luta e com a resistência. É um movimento de reconhecimento e reparação do que esses povos já sofreram no país, reconhecendo que a sociedade maranhense precisa combater, veementemente, o racismo estrutural. Este é um marco histórico para o Maranhão. É muito bom saber que o governador Carlos Brandão não tem medido esforços nessa luta”, afirmou a secretária de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular, Lília Raquel Negreiros.

De acordo com Gardênia Aires, da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), organização presente em 24 estados brasileiros, o papel do Centro de Referência é garantir visibilidade. “Além de ser um espaço físico para atendimento das demandas dos quilombolas, representa a visibilidade dos saberes, práticas, direitos e deveres das comunidades. Esperamos que o Centro se torne um espaço de formação, valorização, educação e fortalecimento do processo de ensino-aprendizagem, em diálogo com o Estado, responsável pela execução das políticas públicas às quais temos direito”, reforçou.

Representantes da Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Maranhão (Aconeruq), da Conaq/MA e da União das Organizações Quilombolas (Uniquis) acompanharam a entrega.

Outras ações importantes para a população negra

A programação avançou com um conjunto de ações: entrega do Selo Quilombos do Maranhão para quatro comunidades; certificação de 19 comunidades reconhecidas pelo Estado; e assinatura da ordem de pagamento das Bolsas do Programa Agente de Desenvolvimento Rural Quilombola (ADRQ), que alcança mais de 400 jovens de 35 municípios, ampliando renda, autonomia e participação social no território quilombola.

Também foram apresentadas políticas que irão orientar o Estado nos próximos anos, entre elas o retorno da Caravana Maranhão Quilombola; a minuta da Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável para Povos Tradicionais de Terreiro e Comunidades de Matriz Africana; a minuta do Plano Estadual Decenal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial; além do lançamento do Selo Gosto do Maranhão, do Edital PAA Quilombola e do Programa Qualifica, com oferta de cursos profissionalizantes priorizando populações vulneráveis.

Outra mudança importante ocorreu com a assinatura do Termo de Autorização que altera a natureza da Secretaria Extraordinária de Igualdade Racial (Seir), ampliando sua atuação e capacidade de captação de recursos públicos.

“Ao mesmo tempo em que transformamos a Secretaria de Igualdade Racial em secretaria ordinária, avançamos como o estado que mais titulou quilombos no Brasil. Em três anos, foram 39 comunidades reconhecidas, além do prêmio da ONU pelo programa Terra para Elas, que garante terra e autonomia a mulheres quilombolas. Povo negro, contem com nosso governo para ampliar oportunidades!”, afirmou Brandão.

Para encerrar, na Praça Gonçalves Dias, movimentos sociais, gestores estaduais e lideranças comunitárias compuseram o dispositivo oficial para defender a agenda antirracista. O momento contou com show da banda Filhos de Jah, encerrando um dia marcado pela união entre ancestralidade, políticas públicas e afirmação de direitos no mês dedicado à resistência do povo negro.

POLITICA: A presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputada Iracema Vale, comemorou a decisão do STF que garantiu sua reeleição por unanimidade.

Com a expressiva votação de 10 votos a favor e nenhum contra, foi garantido o direito e reconhecido o merecimento à reeleição.

Iracema Vale usou o expediente final para agradecer a definição judicial da sua reeleição.

“Agradeço aos 21 deputados que votaram em mim. Aos advogados que se dedicaram a essa causa. A imprensa que esteve sempre acompanhando cada detalhe, passo a passo e ao apoio incondicional do governador Carlos Brandão.”

Projetos foram aprovados na sessão plenária realizada na manhã desta terça-feira (18)

O Plenário da Assembleia Legislativa aprovou, na sessão desta terça-feira (18), o Projeto de Lei Complementar 008/2025, de autoria do Poder Judiciário, que trata da criação de varas e altera dispositivos da Lei Complementar Estadual 14, de 17 de dezembro de 1991 (Código de Divisão e Organização Judiciárias do Maranhão).

De acordo com o projeto, ficam criadas a 2ª Vara da Comarca de Tutóia, a Vara Criminal do Termo Judiciário de Paço do Lumiar, da Comarca da Ilha de São Luís e a Vara da Infância e Juventude e do Juizado Especial da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher da Comarca de Açailândia.

Na Mensagem 009/2025, encaminhada à Assembleia Legislativa do Maranhão, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador José de Ribamar Froz Sobrinho, explica que a proposição fundamenta-se na necessidade de conferir maior celeridade e eficiência jurisdicional, diante do expressivo aumento da demanda processual verificado nessas unidades, conforme relatórios estatísticos elaborados pela Corregedoria-Geral da Justiça.

Comunidades indígenas

Também foi aprovado o Projeto de Lei Complementar 009/2025, de autoria do Poder Judiciário, que dispõe sobre a criação de vara judicial e altera dispositivos da Lei Complementar Estadual 14, de 17 de dezembro de 1991 (Código de Divisão e Organização Judiciárias do Maranhão).

Este projeto cria a 3ª Vara da Comarca de Grajaú, de entrância intermediária. De acordo com a Mensagem 011, encaminhada à Assembleia Legislativa pelo presidente do TJMA, desembargador Froz Sobrinho, a Comarca abrange municípios com expressiva presença de comunidades indígenas, “circunstância que acentua a complexidade das demandas judiciais, especialmente as relacionadas a direitos coletivos, territoriais e culturais”.

O desembargador Froz Sobrinho argumenta que se soma a isso a relevância econômica da região, destacada pela expressiva produção de gipsita — com mais de cinquenta indústrias de gesso instaladas — e pelo agronegócio em franca expansão, notadamente nas cadeias da pecuária, soja e milho, conforme relatado pelos magistrados titulares da comarca.

“As duas varas atualmente instaladas acumulam elevado acervo processual, comprometendo a celeridade e a eficiência da prestação jurisdicional. A criação de uma terceira unidade judicial revela-se, portanto, providência necessária para o adequado equilíbrio na distribuição de feitos e o aprimoramento do atendimento ao jurisdicionado”, assinala o presidente do TJMA, na justificativa da proposição.

MARANHÃO TV OFICIAL

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